Ilha do Mel – pedacinho do paraíso no litoral do Paraná

Mochilão Trips

A Ilha do Melé um pedacinho do paraíso na terra! É, sem dúvida, a praia mais bonita do Paraná. A Ilha, que fica na baía de Paranaguá, é um Parque Estadual com grande área de mata nativa preservada. É um ótimo lugar pra ficar em contato com a natureza, lá não entram carros, e você tem várias opções de trilhas e praias pra conhecer. A quantidade de pessoas visitando a ilha é limitada (5 mil pessoas), mas normalmente é só na temporada que a ela lota.

Lá tem quatro comunidades principais: Nova Brasília, Farol, Forte e Encantadas (ou Prainhas). A travessia de barco é feita pra Encantadas (parte sul) ou Brasília, sendo que essa segunda opção é a que fica mais próxima dos principais pontos turísticos (Farol das Conchas e Fortaleza dos Prazeres).

 

COMO CHEGAR

Você pode pegar a barca pra Ilha saindo…

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Amamos ilhas – SANDHAMN – a ilha de areia

Pensar em um país nordico e pensar em frio, gelo, roupas de inverno é quase automático.

O clima sueco é um clima frio, caracterizado por longos e escuros invernos com temperaturas mínimas de -15°C/-20°C (gezzzz, menos 15 graus!).  No norte o gelo persiste a partir de outubro a maio e  impedem a navegação no Golfo de Bótnia. No centro e sul da Suécia, os invernos são curtos e bastante frio, no verão as temperaturas são suaves, com muitas horas de sol e luz.

O verão é curto, mas com longos  dias de luz (no verão em áreas mais ao norte do país, o sol nunca se põe), com temperaturas variando entre 15°C e 20°C.  Mas, para surpresa de muitos, os dias de verão na Suécia podem ser bem quentes, acima dos 30 graus. Nesses dias quentes os suecos aproveitam para curtir seus parques e praias.

O verão sueco é uma maravilha!!

E como nesse post vamos falar de ilhas, escolhemos uma bem especial que data da decada de 1200 e é um paraíso, logo que o gelo derrete, claro!

Sandhamn faz parte do arquipélago de Estocolmo, (um grupo de 30.000 ilhas espalhadas ao norte, leste e sul da capital sueca). Há 2 horas da cidade por ferry – é uma ilha pequena e tranqüila, com pinheiros, praias arenosas e uma aldeia de pescadores.  A única forma de chegar lá é de barco.

A ilha é constituída principalmente de areia – Sandön (sand=areia/ön=ilha) – a ilha de areia. No começo não havia nada mais do que areia e alguma vegetação.  A floresta de pinheiros que hoje existe foi plantada pelo homem.

Apesar de toda a simplicidade é um dos destinos mais disputados do verão sueco. Há várias praias para escolher, e todas são muito boas. A mais popular é Trouville no lado sul.

O local oferece dois hotéis, duas pousadas, restaurantes. Se você não pegar a última balsa de volta, pode dormir no Seglarhotellet  (Hotel do marinheiro), é um dos dois únicos hotéis da ilha.

 

 

Fonte:

http://puoivolare.wordpress.com/category/turismo/page/2/

http://www.colonialvoyage.com/paesi/pt/suecia/clima.html

Serpentes marinhas bebem água doce

Foto: Daniel Botelho

A serpente marinha é considerada uma das serpentes mais peçonhentas do mundo. Apesar de muito peçonhentas são pouco agressivas e dificilmente atacam. Sua peçonha tem ação miotóxica e é usada exclusivamente para atacar sua presa, causando insuficiência renal aguda. Uma única gota de sua peçonha pode matar 3 pessoas. A Enhydrina schistosa possui uma das peçonhas mais mortíferas entre todas as serpentes conhecidas. A serpente-verde-oliva, numa só picada, injeta peçonha suficiente para matar 60 pessoas.

Beber água do mar é extremamente complicado: em vez de aliviar a sede, piora!

Mas as criaturas marinhas são supostamente resistente a ela.

Bem, parece que pelo menos algumas serpentes do mar precisam de água doce para sobreviver.

A necessidade de acesso a água potável pode explicar a distribuição irregular de certas serpentes ao longo das costas.

Muitos animais marinhos têm adaptações especiais para se livrar do excesso de sal do meio ambiente.As serpentes do mar têm uma glândula em suas línguas para esta finalidade.

Mas Harvey Lillywhite, um fisiologista ecológico da Universidade da Flórida, em Gainesville, começou a suspeitar que as glândulas não tinham essa finalidade. Ele manteve um tipo de serpente do mar continuamente em água oceânica. A partir daí observou alguns problemas com as cobras.

Então, Lillywhite e sua equipe fizeram mais experimentos com três espécies de cobras que vivem nas águas costeiras de ilhas ao largo de Taiwan, mas, no mínimo, vêm à terra para depositar seus ovos, geralmente em cavernas rochosas.

Duas das espécies também visitam a terra ocasionalmente.

Para seus experimentos, os pesquisadores mantiveram as serpentes para fora da água o tempo suficiente para permitir que elas desidratassem. Depois as colocaram em diferentes concentrações de água do mar.

Nenhuma bebeu a solução com 50% ou mais de água salgada. Mas tomaram a solução de água doce com 25% água salgada, informou Lillywhite.

“Os resultados ajudam a explicar a demografia destas cobras de Taiwan”, diz Lillywhite.

“Eles tendem a ser mais abundante ao longo da costa, onde há nascentes ou outras fontes de água fresca por perto.

Além disso, existem mais espécies de serpentes do mar em áreas com maiores médias de chuvas anuais “, observa Lillywhite.

No mar calmo, as camadas finas de chuva flutuam em cima da água salgada, fornecendo suprimentos de água doce para as serpentes do mar.

É uma “grande descoberta”, diz Harold Heatwole, ecologista da North Carolina State University em Raleigh.

“Ele mostra muito claramente que as cobras marinhas tem que ter acesso à água potável”, diz o fisiologista Lisa Harzard da Montclair State University, em Upper Montclair, New Jersey.

Fonte: http://news.softpedia.com/news/Sea-Snakes-Must-Drink-Fresh-Water-43770.shtml

http://aquabr.com.br/galeria-de-fotos/daniel-botelho-serpentes-marinhas_27#foto=1