Braçadas em alto mar

Que tal aproveitar as férias para aprender a nadar no mar? É relaxante e emagrece, mas só quem já sabe nadar na piscina − e muito bem − pode se arriscar. Se esse é o seu caso, umas braçadas no Atlântico só podem fazer bem.

“A diferença básica, naturalmente, é de paisagem”, ensina o professor de Educação Física Ítalo Saldanha. “Na piscina, o espaço é fechado, a água é branda e não há ondas. No mar, temos maré, correnteza e a densidade da água é menor, o que ajuda a boiar”.

A natação em águas abertas, ou “travessia, ficou tão popular que virou esporte pan-americano.

“Quem pratica a natação sabe o bem que faz. Iniciar ou terminar um dia com algumas braçadas. Em contato com a natureza, então, esses benefícios ficam ainda mais evidentes”, conta o triatleta Vinícius Santana.

A travessia é um esporte aeróbico, tão completo quanto a natação tradicional – porém, no oceano, há mais trabalho de resistência e consumo de gordura. A técnica também não é exatamente a mesma para as duas modalidades, embora haja mais semelhanças do que diferenças. Para nadar no estilo crawl, por exemplo, o atleta de piscina respira para o lado. “No mar, se você fizer respiração lateral, vai acabar engolindo água por causa das marolas”, avisa Ítalo. “O jeito é levantar a cabeça e olhar para a frente”.

O mar é traiçoeiro

O expediente também ajuda o nadador a se orientar. Como no mar não há raias e na maioria das vezes não dá para ver o chão, a solução é adotar um ponto de referência fora d’água para evitar o ziguezague. “É necessário algum tempo para aprender a nadar em linha reta. Uma dica é mirar uma pedra do outro lado da praia”, sugere Vinícius.

Outro detalhe: no mar não dá para pôr o pé no chão e nem para segurar na parede na hora do cansaço. Por isso, por mais expert que seja o nadador, ele jamais deve enfrentar uma travessia desacompanhado. Basta observar os atletas de alto rendimento: eles só nadam supervisionados por uma equipe, que inclui desde treinador até bote salva-vidas. “O mar é traiçoeiro”, alerta Ítalo Saldanha.

Confira abaixo dicas para praticar a travessia com segurança:

Procure uma praia tranqüila, com salva-vidas e nade apenas quando o mar estiver calmo.

Converse sobre as condições da praia e do mar para nadar.

Avise ao salva-vidas que você irá nadar.

Use uma touca de natação de cor forte, para que você seja visualizado facilmente.

Tenha cuidado com mau tempo.

Caminhe pela praia para visualizar bem marcos em terra (postos, por exemplo) e meça a distância que você irá percorrer.

Nadar sempre ao longo da praia e nunca em direção a alto mar.

Cuidado com cãibras e desidratação.

Evite horário de sol muito forte.

Use protetor solar. Faça um bom alongamento antes e depois de nadar e caminhe por uns 20 minutos para aquecer, antes de entrar no mar.

Entre devagar, molhando as partes do corpo lentamente.

Fonte: texto extraido do site: http://www.xenicare.com.br/pc/obesidade/xenicare/web/printMatch.asp?CAN=2&MAT=bracadas_maritimas

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Terapia por conta da natureza

Por Lílian ALves

Hughes Fotografie

Marilu Cifre faz exercícios 30 minutos por dia no mar

Há 16 anos a espanhola, Marilu Cifre, viaja pelo mundo em busca de terapias alternativas para melhorar a saúde e amenizar as dores da artrose. Índia, Indonésia, Hawaii estão no seu roteiro. Para Índia ela vai pelo menos uma vez ao ano, mas foi no Brasil, especificamente em Tamandaré, em Pernambuco, que a espanhola encontrou, há 3 anos, um meio eficaz de aliviar as dores no corpo.

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Piscinas naturais, atrativo turístico

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Por Sumaya Ribeiro

Várias praias são conhecidas e se tornam destino certo de turistas em Pernambuco, devido as suas piscinas naturais. Famosas, elas lotam de turistas que nadam em suas águas tranparentes, repletas de peixinhos. O visitante normalmente vem a procura das águas tranquilas, limpas e mornas que o nosso Estado proporciona.

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Indicações da talassoterapia

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• Problemas reumáticos.

• Reduz a dor e interrompe a evolução de outros transtornos.

• No caso de artrites e artroses que não estejam muito avançados, a ação da água do mar pode interromper o seu avanço a longo prazo, principalmente se a terapia for acompanhada de uma alimentação adequada e melhores hábitos de vida.

• Traumatismo circulatório – Principalmente nas pernas. Por ser tonificante e antiinflamatória, a água do mar estimula a circulação, e elimina a sensação de fadiga.

• Enfermidades cutâneas – O poder desinfetante do iodo destrói os germes da pele, beneficiando principalmente acnes, furúnculos e outros problemas de pele.

• Ajuda no processo de emagrecimento e colabora na redução da celulite, quando acompanhada de alimentação equilibrada e atividades físicas.

• Stress e fadiga – A ginástica aquática, com relaxamento e alimentação balanceada, ajuda na liberação do estresse e na recuperação do ritmo pessoal.

• Problemas respiratórios – Os sais marinhos descongestionam e desinflamam a mucosa nasal.

CONTRAINDICAÇÕES:
• Problemas de tiróides

 

+ Notícias sobre o assunto:

Cura que vem do mar

 

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Mar proporciona diversão, relaxamento e muitos benefícios para a saúde!

Por Lílian Alves

Segundo os clássicos, Vênus, a Deusa da beleza, nasceu do mar. A ciência diz que do mar nasceu a vida. Um banho com água do mar à temperatura corporal proporciona nutrientes idênticos aos elementos encontrados no nosso plasma sanguíneo, o que faz com que o corpo os absorva quase que por osmose. Quinze minutos de imersão na água salgada é o suficiente para que ocorra transferência de íons para a pele, o que facilita a libertação de toxinas, gordura e outras impurezas.

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Lazer e segurança

 

Piscinas naturais surgem como uma opção contra o ataque de tubarões

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Por Bárbara Lacet

Para se prevenir do possível ataque de tubarões, nas praias urbanas do Recife, os banhistas têm optado por dias de lazer nas piscinas naturais. Contornada por grandes “paredões” de arrecifes, elas impedem o contato direto dos freqüentadores com o mar aberto, trazendo mais segurança nos dias de sol do verão nordestino sem correr riscos.

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Preservação das piscinas naturais

 

 

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Por Bárbara Lacet


A constante poluição das águas do rio, do solo e do ar está causando muitos efeitos nocivos à nossa saúde e ao meio ambiente. Dessa maneira, até mesmo lugares de lazer, como a praia, não escapam da falta de consciência ambiental por parte dos freqüentadores, que depois de um dia de divertimento acabam “esquecendo” o lixo nas areias. O serviço de limpeza urbana oferecido pela prefeitura das cidades acaba não dando conta do volume dos dejetos deixados e o lixo termina sendo levado para o mar sob o vai-e-vem das ondas.

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