equinodermo – “que bicho é esse?”

São seres exclusivamente marinhos: o filo Echinodermata, que não é encontrado em água doce.

“Echino” significa “ouriço” e derme, pele.

Dividem-se  em cinco classes:

1- Asteirodea (asteróides), representada pela estrela-do-mar.

2- Echinoide (equinóides) representada pelo ouriço-do-mar e bolacha-do-mar.

3- Ophiuriodea (ofiuróides): são parecidos com as estrelas-do-mar, mas com braços mais longos, são as chamadas serpentes-do-mar.

4- Holothuroidea (holoturóides), onde estão os pepinos-do-mar.

5- Crinoidea (crinódes), representada pelos lírios-do-mar.

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O começo do universo, da terra, da vida e das tartarugas marinhas

4,5 bilhões a.p.: surgimento do planeta terra 

Existem no universo milhões de estrelas e vários sistemas solares. No nosso sistema solar, uma variedade de cometas, meteoritos, asteróides e planetas se formaram. A terra, um desses planetas, surgiu há 4,5 bilhões de anos.

3,5 bilhões a.p.: primeiras formas de vida

A atmosfera e os oceanos se formaram após um longo período de atividade vulcânica intensa, com a liberação de gases compostos, a ação da radiação solar e de descargas elétricas. Surgiram substâncias como a água, o gás carbônico, o metano e o cianeto. Juntos, eles são a essência da vida. A partir dessa combinação, há 3,5 bilhões de anos surgiram as primeiras formas de vida, simples como moléculas.

primeiras formas de vida na Terra

2 bilhões a.p.: organismos multicelulares

As primeiras moléculas evoluíram para organismos celulares que, ao se agregarem, originaram as primeiras formas de vida multicelulares, há dois bilhões de anos. Organismos fotossintetizantes apareceram e começaram a produzir oxigênio, possibilitando que a vida passasse a existir também fora da água.

Primeiras formas de vida multicelulares

Primeiras formas de vida multicelulares

550 milhões a.p.: invertebrados marinhos e vertebrados

O aparecimento e a evolução das plantas e animais que hoje são mais familiares ocorreram nos últimos 550 milhões de anos, quando surgiram os invertebrados marinhos, seguidos dos peixes, anfíbios, répteis, aves e mamíferos, nessa ordem.

invertebrados marinhos e vertebrados

invertebrados marinhos e vertebrados

As mudanças nas formas dos animais e vegetais são decorrentes de mutações gênicas que possibilitam o aparecimento de novas características em seus descendentes, proporcionando novas adaptações ao meio natural. Estas adaptações são determinantes no surgimento de novas espécies melhor adaptadas e extinção daquelas menos adaptadas. Este processo é conhecido como seleção natural, conforme descrito pelo cientista inglês Charles Darwin, no século XIX,  em seu livro A Origem das Espécies.

Darwin

Darwin

150 milhões a.p.: Domínio dos dinossauros


Desenvolvendo formas de vida variadas, os dinossauros dominaram a terra há 150 milhões de anos. Nesse mesmo período, os atuais continentes se separaram e aos 110 milhões de anos surgiram as primeiras tartarugas marinhas.

separação dos continentes da Terra

separação dos continentes da Terra

65 milhões a.p.: Extinção em massa dos dinossauros
Uma série de mudanças no clima do planeta provocou a extinção em massa dos dinossauros. Mas as tartarugas sobreviveram, diferenciando-se em várias espécies. Todas, porém, mantiveram sua característica principal: o casco protetor, formado pela fusão de costelas e vértebras e coberto por placas de queratina.

2,5 milhões a.p.: Idade da Pedra
Supõe-se que o homem se alimenta das tartarugas marinhas desde a Idade da Pedra, iniciada no chamado período Paleolítico Inferior, quando seus ancestrais começaram a fabricar os primeiros utensílios.

40 mil a.p.: chegada do homem à América


Aves e mamíferos evoluíam e dominavam os ambientes aéreo e terrestre, até que, há 40 mil anos, o homem chega à América. Imagina-se que os índios no litoral brasileiro coletavam os ovos e caçavam as tartarugas que subiam à praia para desovar e as que ficavam presas nas poças d’água durante as marés baixas. O hábito era comum em diversas culturas, em todo o mundo. Mas, até então, não havia risco de extinção. porque as populações de tartarugas eram numerosas e bem distribuídas.

Século XV: exploração comercial

Com o desenvolvimento do mercantilismo, a relação homem-tartaruga passou a representar um risco para esses animais. Na América, a chegada dos colonizadores a transformou em valiosa mercadoria de comércio. Os próprios índios e caboclos as matavam e vendiam. Mantendo-as vivas nos porões dos navios, garantiam carne fresca durante as longas viagens trans-oceânicas. Na Europa, eram transformadas em pratos requintados, jóias e outros ornamentos sofisticados.

Século XX: degradação dos habitats e incremento pesqueiro
Além da caça, as tartarugas passaram a sofrer também com a perda de importantes áreas de alimentação e reprodução, devido à ocupação desordenada do litoral e à poluição marinha. O incremento da pesca industrial também acelerou o processo de redução das populações. Assim, após milhões de anos habitando os oceanos, um curto período de apenas três ou quatro séculos de exploração comercial foi suficiente para que as tartarugas marinhas passassem a correr risco de desaparecer.

Fonte: Tamar.org.br

Praia do Madeiro – Madeiro Beach / Pipa, RN

Praia do Madeiro – Madeiro Beach 

Praia do Madeiro

Linda, linda, linda. Essa praia é cercada por imensas falésias cheias de árvores.

Falésias - Praia do Madeiro

With exuberant nature edged with an immense stretch of coconut palms the beach situated below the Village Natureza hotel (which stands on the cliffs above) is in a calm bay with gentle waves making it ideal for swimming. If you are lucky you might also see the magnificent natural show the dolphins often give in the mornings. For those who like walking we suggest a stroll along the sand to the next beach

No mar a gente pode nadar, surfar, aprender a surfar, pegar um caiaque e sair remando, olhar a moçada surfando ou apenas meditar e agradecer a possibilidade de estar num paraíso. Ah!!!! Os golfinhos estão lá também, então é bom saber que voce vai dividir o espaço com eles o dia todo.  Que chato!!!

Imagine só voce poder ver uma praia fantástica, num dia lindo de sol… E pra completar receber as boas vindas de vários saguis mansinhos que vieram comer côco com a gente. Eles fazem parte da paisagem pipense, já são dóceis devido ao grande contato com humanos e podem ser vistos com facilidade durante o dia. São animais arbóreos, vivem no máximo quatro anos e geralmente vivem em grupos de dois a 13 indivíduos. Alimentam-se de insetos, frutas e gomas de árvores.

Saguis na Praia do Madeiro

Os sagüis são menores os macacos que existem, sua cauda longa nunca preênsil, a cabeça mais longa que larga, unhas longas com a forma de garras. Animais tipicamente florestais, lembram os esquilos pelo seu comportamento e na forma do corpo. Raramente adotam a postura bípede. Apoiam-se sempre nas quatro patas, ou deitam-se nos galhos, com a cauda pendente.

Bom, lá embaixo, na areia da praia avistamos várias cerquinhas feitas pelo projeto Tamar. Tudo bem né!  Afinal, com tanta natureza explodindo naquela área eu não estava surpresa se ali eu pudesse ver tartarugas marinhas. “Caraca”, eu só não estava esperando ver com meus próprios olhos os filhotinhos de tartaruga saindo dos ovos. Eram vários… e o cara do projeto Tamar vidrado, abrindo um buraco na areia pra ajudar as tartaruguinhas chegarem até o mar! O que é que eu quero mais? Sossego!!! E alí naquele pedaço maravilhoso de praia eu encontrei!!

fihlotes de tartarugas marinhas

Me deu vontade de falar em Deus… e toda essa experiência que acabei de ter em Pipa. E olhe que não é minha primeira vez lá, é a terceira, vai!! Senti Deus em cada pedacinho de natureza, Ele estava alí… Paz, conforto, harmonia, plenitude, tudo perfeitinho, tudo se encaixando em total equilíbrio.

Valeu!!!!

 

Pipa é show!!

Hummmm….
Praia do amor!!!

Praia do Amor- RN

Uma das praias mais charmosas do Brasil

Ela fica em Pipa, Tibau do Sul- RN. È uma das praias mais lindas que já conheci, e de verdade muito inspiradora. De cima das falésias a gente começa a entender o porque desse nome: Praia do Amor. Olhando para o lado direito notamos uma formação de corais com shape de coração.

Que presente da natureza!

Descendo as falésias até o paraíso

A praia do Amor e dos Afogados é um dos melhores points de surf do nordeste, com ondas o ano todo. No outro extremo da baia a praia do Amor, oferece piscinas quentes e é um belo cenário para encontros amorosos.

Também olhando para o mesmo lado direito da praia observamos a rocha que deu origem ao Nome do lugar.

Pipa Beach - Praia de Pipa
Dizem que na época do descobrimento, os portugueses chegaram ao local e viram uma rocha que parecia um Barril de longe, temos que “Pipa” no tradicional português de Portugal significa Barril, por isso esse nome Pipa.


Então a Praia do Amor que se junta com a praia dos afogados a esquerda é um dos points mais badalados da região. Lá acontecem as principais competições de surf.  Gente bonita por todo lado, artes, artesanato, descontração.

Cavalos marinhos esculpidos em coqueiros

Na entrada da Praia do Amor esculturas nos dão as boa vindas…

Um mix de total relax com muita agitação. E no fim da tarde curtir o por do sol a dois… Da vontade de ficar lá pra sempre!!

Pipa - praia do Amor

amamos ilhas – formentera – O último paraíso do mediterrâneo

Formentera é conhecido como o último paraíso do Mediterrâneo, porque tem sido capaz de combinar o turismo com a proteção ambiental.

Formentera

A menor ilha balear é destino ideal para quem aprecia o contacto estreito com a natureza, noites calmas e dias de serenidade. Júlio Verne referiu-se a um dos seus cabos como o “local onde o mundo acaba”.

A luta de várias gerações tornou possível a conservação de uma ilha cujas praias, águas transparentes e clima tornam- a uma pequena jóia.

Formentera só pode ser alcançada por barco a partir de Ibiza.

Esta inacessibilidade torna o lugar tranqüilo, onde você pode fugir do stress e da superlotação, aproveitando a ilha em um passeio de bicicleta ou nadar em seus mais de 20 quilômetros de praias de areia branca e água infinitamente transparente, onde é possível fazer todos os tipos de esportes aquáticos.

O segredo da existência de um mar cristalino e longas praias de Formentera é a vegetação oceânica ao redor da ilha, uma estação de tratamento natural que limpa a água e torna possível o deposito de areia no litoral. É uma verdadeira selva submarina, declarada Patrimônio Mundial pela UNESCO em 1999.

O sucesso turístico da ilha, amada tanto por residentes como pelos visitantes, está enraizada no fato de que as pessoas ainda encontram em Formentera respeito pela natureza, a sobrevivência de sua própria cultura e a visão de alcançar exclusividade, mediante a proteção do ambiente.

Outros fatos que diferenciam Formentera são a liberdade e a sua luz, que, desde os anos 70, atraem artistas e artesãos, que são hoje parte do patrimônio da ilha. Seus desenhos em roupas, acessórios, jóias e obras de arte são atrações poderosas para Formentera.

Para momentos de pura contemplação, os espaços mais convidativos são aqueles que se situam bastante acima do nível do mar. São eles o mirante no Cami de Sa Pujada – onde se obtêm as melhores vistas sobre Formentera – e os cabos de Barbària e La Mola com os seus faróis imponentes. Onde se pode admirar as falésias agrestes, mas graciosas, cavadas pelo mar e gastas pelo vento, tão características da costa mediterrânica, que Vítor Hugo comparava a esculturas de Fídias.

 

 

Formentera é um município da Espanha na província e comunidade autónoma das Ilhas Baleares, de área 84,55 km² com população de 7131 habitantes (2004) e densidade populacional de 84,34 hab/km².

 

Fonte: http://viagenstour.com/a-ilha-mediterranea-de-formentera/

Amamos ilhas – SANDHAMN – a ilha de areia

Pensar em um país nordico e pensar em frio, gelo, roupas de inverno é quase automático.

O clima sueco é um clima frio, caracterizado por longos e escuros invernos com temperaturas mínimas de -15°C/-20°C (gezzzz, menos 15 graus!).  No norte o gelo persiste a partir de outubro a maio e  impedem a navegação no Golfo de Bótnia. No centro e sul da Suécia, os invernos são curtos e bastante frio, no verão as temperaturas são suaves, com muitas horas de sol e luz.

O verão é curto, mas com longos  dias de luz (no verão em áreas mais ao norte do país, o sol nunca se põe), com temperaturas variando entre 15°C e 20°C.  Mas, para surpresa de muitos, os dias de verão na Suécia podem ser bem quentes, acima dos 30 graus. Nesses dias quentes os suecos aproveitam para curtir seus parques e praias.

O verão sueco é uma maravilha!!

E como nesse post vamos falar de ilhas, escolhemos uma bem especial que data da decada de 1200 e é um paraíso, logo que o gelo derrete, claro!

Sandhamn faz parte do arquipélago de Estocolmo, (um grupo de 30.000 ilhas espalhadas ao norte, leste e sul da capital sueca). Há 2 horas da cidade por ferry – é uma ilha pequena e tranqüila, com pinheiros, praias arenosas e uma aldeia de pescadores.  A única forma de chegar lá é de barco.

A ilha é constituída principalmente de areia – Sandön (sand=areia/ön=ilha) – a ilha de areia. No começo não havia nada mais do que areia e alguma vegetação.  A floresta de pinheiros que hoje existe foi plantada pelo homem.

Apesar de toda a simplicidade é um dos destinos mais disputados do verão sueco. Há várias praias para escolher, e todas são muito boas. A mais popular é Trouville no lado sul.

O local oferece dois hotéis, duas pousadas, restaurantes. Se você não pegar a última balsa de volta, pode dormir no Seglarhotellet  (Hotel do marinheiro), é um dos dois únicos hotéis da ilha.

 

 

Fonte:

http://puoivolare.wordpress.com/category/turismo/page/2/

http://www.colonialvoyage.com/paesi/pt/suecia/clima.html