Terapia por conta da natureza

Por Lílian ALves

Hughes Fotografie

Marilu Cifre faz exercícios 30 minutos por dia no mar

Há 16 anos a espanhola, Marilu Cifre, viaja pelo mundo em busca de terapias alternativas para melhorar a saúde e amenizar as dores da artrose. Índia, Indonésia, Hawaii estão no seu roteiro. Para Índia ela vai pelo menos uma vez ao ano, mas foi no Brasil, especificamente em Tamandaré, em Pernambuco, que a espanhola encontrou, há 3 anos, um meio eficaz de aliviar as dores no corpo.

“Tenho um amigo que está construindo um condomínio em Tamandaré, ele me convidou para conhecer o lugar. Era minha primeira visita ao Brasil. Fizemos um passeio de barco, conheci as piscinas, passamos cerca de duas horas conversando, nadando. Me encantei com a cor do mar e a água morna. Ao final do dia me senti cansada, porém percebi uma diferença, minhas mãos não me incomodavam como de costume,” comenta a espanhola.

O passeio de barco a convite do amigo foi definitivo para Marilu que acabou comprando um apartamento à beira mar na praia de Candeias  em Jaboatão dos Guararapes. E assim passa dois meses no Brasil, todos os anos. Segundo ela, descobrir o litoral pernambucano é uma experiência ímpar, pois as praias são de uma beleza exuberante, e as terapias alternativas são gratuitas. “Tenho tudo isso bem aqui no meu jardim”, diz ela, referindo-se as piscinas de Candeias.

“Eu costumava ir a hotéis e clínicas, gastava muito dinheiro para fazer sessões de talassoterapia e massagens. Ainda vou à Índia porque as massagens lá são incríveis, isso eu não dispenso. Mas as piscinas daqui me fazem muito bem. Todos os dias passo pelo menos trinta minutos na água. Volto revitalizada, com muita energia. O clima daqui também favorece, pois não faz frio nunca!”, completa.

Brincadeiras super saudáveis

Praia deTamandare - beach

Isabella frequenta as piscinas naturais todos os finais de semana com os amigos

Durante nossa entrevista, encontramos também crianças que pareciam se divertir muito. Resolvemos esticar mais para saber o interesse delas pelas piscinas. Encontramos Isabella Faccioli de 10 anos, nadando como um peixinho, ela usava pés de pato e snorkel. “Estamos em busca do tesouro escondido, os piratas escondem nas pedras, se a gente achar pode ficar com tudo! Eu acho que as piscinas são alegres, podemos brincar com segurança, é rasinho. Vou emprestar meu pé de pato para o meu amigo agora!” Isabella se referia a outra criança que nadava mais adiante. “Quem sabe ele não encontra o baú”, dizia em tom de fantasia.

Para as crianças que ainda não sabem o poder de cura das piscinas, brincar ali é o que importa. Para os pais nada melhor que juntar brincadeira e doses de saúde num dia só!

+ Notícia sobre o assunto:

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2 comentários sobre “Terapia por conta da natureza

  1. Pingback: Cura que vem do mar « blå blogg

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