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Acontece no mundo

4,5 bilhões a.p.: surgimento do planeta terra 

Existem no universo milhões de estrelas e vários sistemas solares. No nosso sistema solar, uma variedade de cometas, meteoritos, asteróides e planetas se formaram. A terra, um desses planetas, surgiu há 4,5 bilhões de anos.

3,5 bilhões a.p.: primeiras formas de vida

A atmosfera e os oceanos se formaram após um longo período de atividade vulcânica intensa, com a liberação de gases compostos, a ação da radiação solar e de descargas elétricas. Surgiram substâncias como a água, o gás carbônico, o metano e o cianeto. Juntos, eles são a essência da vida. A partir dessa combinação, há 3,5 bilhões de anos surgiram as primeiras formas de vida, simples como moléculas.

primeiras formas de vida na Terra

2 bilhões a.p.: organismos multicelulares

As primeiras moléculas evoluíram para organismos celulares que, ao se agregarem, originaram as primeiras formas de vida multicelulares, há dois bilhões de anos. Organismos fotossintetizantes apareceram e começaram a produzir oxigênio, possibilitando que a vida passasse a existir também fora da água.

Primeiras formas de vida multicelulares

Primeiras formas de vida multicelulares

550 milhões a.p.: invertebrados marinhos e vertebrados

O aparecimento e a evolução das plantas e animais que hoje são mais familiares ocorreram nos últimos 550 milhões de anos, quando surgiram os invertebrados marinhos, seguidos dos peixes, anfíbios, répteis, aves e mamíferos, nessa ordem.

invertebrados marinhos e vertebrados

invertebrados marinhos e vertebrados

As mudanças nas formas dos animais e vegetais são decorrentes de mutações gênicas que possibilitam o aparecimento de novas características em seus descendentes, proporcionando novas adaptações ao meio natural. Estas adaptações são determinantes no surgimento de novas espécies melhor adaptadas e extinção daquelas menos adaptadas. Este processo é conhecido como seleção natural, conforme descrito pelo cientista inglês Charles Darwin, no século XIX,  em seu livro A Origem das Espécies.

Darwin

Darwin

150 milhões a.p.: Domínio dos dinossauros


Desenvolvendo formas de vida variadas, os dinossauros dominaram a terra há 150 milhões de anos. Nesse mesmo período, os atuais continentes se separaram e aos 110 milhões de anos surgiram as primeiras tartarugas marinhas.

separação dos continentes da Terra

separação dos continentes da Terra

65 milhões a.p.: Extinção em massa dos dinossauros
Uma série de mudanças no clima do planeta provocou a extinção em massa dos dinossauros. Mas as tartarugas sobreviveram, diferenciando-se em várias espécies. Todas, porém, mantiveram sua característica principal: o casco protetor, formado pela fusão de costelas e vértebras e coberto por placas de queratina.

2,5 milhões a.p.: Idade da Pedra
Supõe-se que o homem se alimenta das tartarugas marinhas desde a Idade da Pedra, iniciada no chamado período Paleolítico Inferior, quando seus ancestrais começaram a fabricar os primeiros utensílios.

40 mil a.p.: chegada do homem à América


Aves e mamíferos evoluíam e dominavam os ambientes aéreo e terrestre, até que, há 40 mil anos, o homem chega à América. Imagina-se que os índios no litoral brasileiro coletavam os ovos e caçavam as tartarugas que subiam à praia para desovar e as que ficavam presas nas poças d’água durante as marés baixas. O hábito era comum em diversas culturas, em todo o mundo. Mas, até então, não havia risco de extinção. porque as populações de tartarugas eram numerosas e bem distribuídas.

Século XV: exploração comercial

Com o desenvolvimento do mercantilismo, a relação homem-tartaruga passou a representar um risco para esses animais. Na América, a chegada dos colonizadores a transformou em valiosa mercadoria de comércio. Os próprios índios e caboclos as matavam e vendiam. Mantendo-as vivas nos porões dos navios, garantiam carne fresca durante as longas viagens trans-oceânicas. Na Europa, eram transformadas em pratos requintados, jóias e outros ornamentos sofisticados.

Século XX: degradação dos habitats e incremento pesqueiro
Além da caça, as tartarugas passaram a sofrer também com a perda de importantes áreas de alimentação e reprodução, devido à ocupação desordenada do litoral e à poluição marinha. O incremento da pesca industrial também acelerou o processo de redução das populações. Assim, após milhões de anos habitando os oceanos, um curto período de apenas três ou quatro séculos de exploração comercial foi suficiente para que as tartarugas marinhas passassem a correr risco de desaparecer.

Fonte: Tamar.org.br

Praia do Madeiro – Madeiro Beach 

Praia do Madeiro

Linda, linda, linda. Essa praia é cercada por imensas falésias cheias de árvores.

Falésias - Praia do Madeiro

With exuberant nature edged with an immense stretch of coconut palms the beach situated below the Village Natureza hotel (which stands on the cliffs above) is in a calm bay with gentle waves making it ideal for swimming. If you are lucky you might also see the magnificent natural show the dolphins often give in the mornings. For those who like walking we suggest a stroll along the sand to the next beach

No mar a gente pode nadar, surfar, aprender a surfar, pegar um caiaque e sair remando, olhar a moçada surfando ou apenas meditar e agradecer a possibilidade de estar num paraíso. Ah!!!! Os golfinhos estão lá também, então é bom saber que voce vai dividir o espaço com eles o dia todo.  Que chato!!!

Imagine só voce poder ver uma praia fantástica, num dia lindo de sol… E pra completar receber as boas vindas de vários saguis mansinhos que vieram comer côco com a gente. Eles fazem parte da paisagem pipense, já são dóceis devido ao grande contato com humanos e podem ser vistos com facilidade durante o dia. São animais arbóreos, vivem no máximo quatro anos e geralmente vivem em grupos de dois a 13 indivíduos. Alimentam-se de insetos, frutas e gomas de árvores.

Saguis na Praia do Madeiro

Os sagüis são menores os macacos que existem, sua cauda longa nunca preênsil, a cabeça mais longa que larga, unhas longas com a forma de garras. Animais tipicamente florestais, lembram os esquilos pelo seu comportamento e na forma do corpo. Raramente adotam a postura bípede. Apoiam-se sempre nas quatro patas, ou deitam-se nos galhos, com a cauda pendente.

Bom, lá embaixo, na areia da praia avistamos várias cerquinhas feitas pelo projeto Tamar. Tudo bem né!  Afinal, com tanta natureza explodindo naquela área eu não estava surpresa se ali eu pudesse ver tartarugas marinhas. “Caraca”, eu só não estava esperando ver com meus próprios olhos os filhotinhos de tartaruga saindo dos ovos. Eram vários… e o cara do projeto Tamar vidrado, abrindo um buraco na areia pra ajudar as tartaruguinhas chegarem até o mar! O que é que eu quero mais? Sossego!!! E alí naquele pedaço maravilhoso de praia eu encontrei!!

fihlotes de tartarugas marinhas

Me deu vontade de falar em Deus… e toda essa experiência que acabei de ter em Pipa. E olhe que não é minha primeira vez lá, é a terceira, vai!! Senti Deus em cada pedacinho de natureza, Ele estava alí… Paz, conforto, harmonia, plenitude, tudo perfeitinho, tudo se encaixando em total equilíbrio.

Valeu!!!!

 

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Fomos levadas até o Porto de Santorini pelo dono do hotel e de lá pegamos o ferry boat para Mykonos.

Compramos o bilhete antecipado pela internet, aqui do Brasil mesmo, pelo site da Hellenics Seaways, a maior operadora dos ferrys na Grécia. O trecho Santorini-Mykonos nos custou 77 dólares, na classe executiva, porque não havia mais lugares na econômica .

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A ilha do Sal é uma das nove ilhas habitadas do arquipélago de Cabo Verde, ex-colónia portuguesa. Um povo acolhedor e humilde, uma natureza preservada e um clima ameno são algumas das características que tornam este destino famoso e perfeito para um Island Break No Stress!

A Ilha do Sal tem uma beleza singular, onde o mar turquesa e as areias douradas se sobrepõem à natureza árida e estéril.

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Amamos ilhas!!!!

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{Uma só vila, duas formas de encará-la}

Detonei a pobre da Taganga no post passado. Mas foi só uma questão de respeito à ordem cronológica da viagem. Aquilo lá que escrevi no post passado foi o que dominou meus pensamentos na primeira noite e  no primeiro dia por lá.

Ao longo da viagem, fomos percebendo que era tudo uma questão de enquadramento: Taganga não é um destino.

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A paradisíaca Elia Beach

Depois de ter visitado as praias de SAntorini e ter chegado a Mykonos, o que percebemos é que quem curte praia mesmo vai preferir a segunda ilha! As praias de Santorini são lindas e diferentes com seu mar super azul anil e a atmosfera de lá me conquistou bastante, até mais

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