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Os recifes vêm sofrendo muito em tempos de mudanças climáticas.

 

Por Lilian Alves

No Brasil, a maioria dos recifes é de arenito consolidado pelo carbonato de cálcio produzido da dissolução de conchas. Recifes podem representar grande perigo para a navegação quando formam bancos rochosos que emergem à superfície dos oceanos. Por outro lado, funcionam como ancoradouro natural e proteção contra a erosão do mar. Além de ser área de lazer para banhistas, que aproveitam as piscinas naturais formadas na maré baixa. A freqüência dessas formações no litoral do Nordeste brasileiro deu nome a uma das mais importantes capitais da região, Recife.

 

 

 

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Foto de Leiliana cabral

Uma excelente atividade para você manter a forma é sem dúvida, remar com um caiaque. Se ainda não experimentou, vale a pena tentar.

Além de divertido (pois você estará fazendo uma atividade esportiva diferente e prazerosa), você estará em contato com a natureza, apreciará uma bela paisagem, queimará muitas calorias (em média 500 calorias em 1 hora) e exercitará todo o seu corpo.

Nessa atividade, o tronco permanece em movimento o tempo todo, enquanto a parte inferior mantém o equilíbrio, se movimentando também. Desta forma você trabalha as costas, que são muito solicitadas; o abdome, que, juntamente com os joelhos, ajudam a elevar ou afundar a proa ou a popa do caiaque; os braços, que exercem uma força propulsora, auxiliados pelos ombros, as coxas e pernas, que realizam movimentos de flexão e extensão.

Como você vê, o trabalho muscular é intenso, eliminando todo o estresse. Você melhorará a sua flexibilidade, a coordenação motora e o equilíbrio. Para fazer todos estes movimentos, coloque a pá do remo na água em perpendicular.

Para que a remada tenha efeito, execute um movimento amplo, levando o braço bem para frente e, em seguida, bem para trás, quase encostando na traseira do caiaque.

Você deverá escolher um remo adequado à sua altura. Pegue o remo e coloque-o na vertical ao seu lado. Levante um dos braços e, se os seus dedos alcançarem o extremo, sem que você fique na ponta dos pés, este remo está adequado a você.

Dicas

•Faça alongamentos antes e depois de remar;

•Use colete salva-vidas;

•Use protetor solar;

•Reme em lugar seguro e sempre avise alguém que está remando;

•Evite lugares de correnteza e áreas próximas a pedras;

•Prefira os caiaques abertos, onde as suas pernas não fiquem presas.

Relaxe e divirta-se!

Por: Valéria Alvin Igayara de Souza CREF 7075/ GSP – Especialista em treinamento.

Texto extraido do site: http://cyberdiet.terra.com.br/nestas-ferias-experimente-remar-no-rio-ou-no-mar-3-1-2-88.html

Que tal aproveitar as férias para aprender a nadar no mar? É relaxante e emagrece, mas só quem já sabe nadar na piscina − e muito bem − pode se arriscar. Se esse é o seu caso, umas braçadas no Atlântico só podem fazer bem.

“A diferença básica, naturalmente, é de paisagem”, ensina o professor de Educação Física Ítalo Saldanha. “Na piscina, o espaço é fechado, a água é branda e não há ondas. No mar, temos maré, correnteza e a densidade da água é menor, o que ajuda a boiar”.

A natação em águas abertas, ou “travessia, ficou tão popular que virou esporte pan-americano.

“Quem pratica a natação sabe o bem que faz. Iniciar ou terminar um dia com algumas braçadas. Em contato com a natureza, então, esses benefícios ficam ainda mais evidentes”, conta o triatleta Vinícius Santana.

A travessia é um esporte aeróbico, tão completo quanto a natação tradicional – porém, no oceano, há mais trabalho de resistência e consumo de gordura. A técnica também não é exatamente a mesma para as duas modalidades, embora haja mais semelhanças do que diferenças. Para nadar no estilo crawl, por exemplo, o atleta de piscina respira para o lado. “No mar, se você fizer respiração lateral, vai acabar engolindo água por causa das marolas”, avisa Ítalo. “O jeito é levantar a cabeça e olhar para a frente”.

O mar é traiçoeiro

O expediente também ajuda o nadador a se orientar. Como no mar não há raias e na maioria das vezes não dá para ver o chão, a solução é adotar um ponto de referência fora d’água para evitar o ziguezague. “É necessário algum tempo para aprender a nadar em linha reta. Uma dica é mirar uma pedra do outro lado da praia”, sugere Vinícius.

Outro detalhe: no mar não dá para pôr o pé no chão e nem para segurar na parede na hora do cansaço. Por isso, por mais expert que seja o nadador, ele jamais deve enfrentar uma travessia desacompanhado. Basta observar os atletas de alto rendimento: eles só nadam supervisionados por uma equipe, que inclui desde treinador até bote salva-vidas. “O mar é traiçoeiro”, alerta Ítalo Saldanha.

Confira abaixo dicas para praticar a travessia com segurança:

Procure uma praia tranqüila, com salva-vidas e nade apenas quando o mar estiver calmo.

Converse sobre as condições da praia e do mar para nadar.

Avise ao salva-vidas que você irá nadar.

Use uma touca de natação de cor forte, para que você seja visualizado facilmente.

Tenha cuidado com mau tempo.

Caminhe pela praia para visualizar bem marcos em terra (postos, por exemplo) e meça a distância que você irá percorrer.

Nadar sempre ao longo da praia e nunca em direção a alto mar.

Cuidado com cãibras e desidratação.

Evite horário de sol muito forte.

Use protetor solar. Faça um bom alongamento antes e depois de nadar e caminhe por uns 20 minutos para aquecer, antes de entrar no mar.

Entre devagar, molhando as partes do corpo lentamente.

Fonte: texto extraido do site: http://www.xenicare.com.br/pc/obesidade/xenicare/web/printMatch.asp?CAN=2&MAT=bracadas_maritimas

http://www.shawandtenney.com/images/stand-up-surf-paddle.jpg

Stand up surf, ou paddle surf, é um esporte de origem havaiana. É uma forma antiga de surfe que reapareceu na década de 1960 com os professores de surfe que aproveitavam a estabilidade e a visibilidade que o esporte proporciona.

Surf praticado em pé e com o uso de remos. Assim pode ser definido, de forma básica, o Stand Up Paddle Surf, uma variação do surf, que ainda está começando a se difundir no Brasil. O Stand Up já atrai vários adeptos e para praticar, só são necessários uma prancha e um remo.

“Todo mundo pode praticar, é bem gostoso. Para começar, é preciso ter uma prancha de 10 a 12 pés, mais larga e mais grossa que as do surf convencional para dar mais estabilidade ao atleta. É necessário também um remo, do estilo canoa havaiana, e o tamanho deve ser sempre um palmo acima da cabeça”, explicou o atleta Hilton Alves, do Guarujá.

A prática do esporte mantém o preparo físico e está se tornando popular entre os surfistas. Tanto, que até vários atletas aderiram ao Stand Up, como Kelly Slater, Brian Keaulana, Todd Bradley e Rob Machado.

No Brasil, atletas como Luiz Juquinha, Jorge Pacelli, Jairo Pontes, Haroldo Ambrosio e Herbert Passos são vistos dividindo as ondas com surfistas das praias do litoral paulista. Hilton começou no Stand Up no início de dezembro do ano passado e agora seu próximo objetivo é participar da mais longa prova de remada oceânica no mundo, o Molokai to Oahu Quiksilver Paddleboard Race, que será realizada agora neste mês, no Havaí.

Hilton irá participar na categoria stand up team, onde o atleta rema em pé 52 km, no canal de Kai + CHAR(39) + + CHAR(39) + + CHAR(39) + wi, que divide as ilhas de Molokai e Oahu, no Hawai. O shaper Luiz Juquinha vai competir com Hilton. A cada 10 Km, a dupla vai revezar o percurso até completar a disputa. “Estou treinando para esta competição e agora só estou dependendo de patrocínio para ir”, afirmou Hilton.

Hilton já chegou a praticar diversos esportes, além do surf, esporte ao qual se dedica há 19 anos, mas hoje prefere muito mais o Stand Up. “No Stand Up Paddle Surf você vê o mar de um ponto de vista diferente, já que fica em pé na prancha, sem falar no contato com a natureza, é muito bom”.

Fonte: O Radical  http://oradical.uol.com.br/conteudo/stand_up_paddle_surf_2007.asp

POINT PARA STAND UP SURF  EM PERNAMBUCO:

Litoral sul de Recife, na vizinha cidade de Jaboatão dos Guararapes. O acesso é por vias urbanas, no final da praia de Candeias.

Candeias Fica a 30 minutos de Centro de Recife e dez minutos do Aeroporto.

Considerada uma das orlas mais tranquilas da região metropolitana, a Praia de Candeias possui características bastante favoráveis à prática de esportes aquaticos.

Devido aos arrecifes, há formação de piscinas naturais na maré baixa, onde é possível observar várias jangadas atracadas no litoral. A Praia de Candeias ainda sofre influência do estuário de Barra de Jangada, quando há o encontro dos rios Jaboatão e Pirapama.

Embora esteja localizada numa área de grande concentração urbana, entre Piedade e Barra de Jangada, as suas águas são limpas e rasas, com poucas ondas, o que a tornam ideal para o banho de mar, pratica de stand up surf, kitesurf, caiaque.

Piscinas naturais na praia de Candeias - litoral sul Pernambuco

Foto: Nicolly Andrade

Fonte:  http://www.kitesurfnordeste.com/estados/pernambuco

Por Editoria em 14/02/2011

O kitesurf que é praticado hoje foi inventado por dois irmãos franceses: Bruno e Dominique Legaignoix. Os irmãos, que eram navegadores, surfistas e windsurfistas, desenvolveram uma pipa com câmaras de ar, em 1984. Uma vez infladas, o ar não escaparia delas, o que permitia que fossem erguidas novamente da água toda vez que caíssem, sem precisar de ajuda de terceiros.   A invenção dos irmãos Legaignoix foi patenteada e eles participaram de uma série de regatas internacionais de velocidade com esquis aquáticos para desenvolver o invento nos anos de 1985 e 1986.

Em 1993, as pipas, já então desenvolvidas, começam a ser vendidas.   Antes da invenção dos irmãos Legaignoix, o kitesurf já existia. A maioria das versões sobre o surgimento das pipas (em inglês, kites) aponta a China como seu lugar de origem, há mais de 2 mil anos. As pipas ajudavam a navegação de barcos e o transporte de materiais pesados de construção.   Por volta do ano 700, alguns missionários budistas teriam levado pipas ao Japão, que passaram a ser usadas com alguns propósitos militares e religiosos, já que seu barulho servia para intimidar inimigos e a altura que atingiam ajudava na observação de posições distantes.

Na Segunda Guerra Mundial, as pipas também foram usadas, dessa vez como mecanismo de defesa contra aviões. O explorador italiano Marco Pólo teria sido responsável por levar as pipas da Ásia para a Europa, em 1295.   O inglês George Peacock é considerado o pai da tração à pipa por ter inventado, em 1826, em Bristol, na Inglaterra, uma estrutura em que as pipas puxavam carroças a velocidades de até 20 km/h. Essa invenção foi patenteada, mas não evoluiu muito em quase 150 anos, a não ser pela experiência do americano Samuel Franklin Cody, um dos pioneiros da aviação, que navegou o canal da Mancha puxado por uma pipa.

Em 1964, Domina Jalbert, dos Estados Unidos, criou a primeira pipa que era inflada de ar. Na década de 70, alguns americanos começaram a usar pára-quedas para puxá-los sobre esquis aquáticos. O holandês Gijsbertus Panhuise, em 1977, conseguiu patentear um equipamento em que uma pessoa é puxada por um pára-quedas em uma prancha e, em 1978, um barco movido à pipa, desenvolvido pelo americano Ian Day, ultrapassa a velocidade de 40 km/h.

Foto de Nicolly Andrade
Na década de 80, algumas tentativas de combinar pipas com canoas, patins, patins de gelo, esquis, esquis aquáticos, entre outros, foram feitas. Uma delas foi a do suíço Andréas Kuhn, que levantava da água sobre uma prancha similar à de wakeboard impulsionado por um equipamento de parapente de aproximadamente 25 m². Ele foi o primeiro a saltar a grandes alturas com ventos fracos e foi mostrado pela TV européia.
Em 1998, em Maui, no Havaí, foi disputado o que foi chamado de 1º Campeonato Mundial, nas modalidades de longa distância, wave e slalom. Dos 24 competidores, apenas dois optaram pelo kiteski e o resto usou as pipas infláveis. O americano Marcus Flahs Austin foi o campeão na classificação geral, com a pipa inflável. Cory Roeseler, com seu kiteski, ficou em segundo.   O americano campeão mundial de windsurf, Robby Naish, foi o primeiro na categoria slalom e a windsurfista japonesa Tomoko Okazaki foi a campeã feminina, ambos usando a estrutura inflável. O brasileiro Maurício Abreu, também com a pipa inflável, terminou em sexto lugar.

No ano de 2000, foi criado o Kiteboard Pro World Tour, o primeiro Circuito Mundial de Kitesurf. O campeonato passou por países como Cabo Verde, República Dominicana, França e Rio de Janeiro. Na praia da Barra da Tijuca, no Rio de Jasneiro, o francês Christopher Tasti e a neo-zelandesa Stephanie Gamble se tornaram os primeiros campeões mundiais. Os franceses Franz Olry e Anne Laure Pegon venceram a etapa do Rio.   Em 2001, no segundo ano do Kiteboard Pro World Tour, o Rio encerrou mais uma vez o circuito e ganhou o status de Campeonato Mundial feminino. Os atletas fundaram a Kiteboard World Association (KWA) e nesse ano também foi criada a Associação Brasileira de Kitesurf (ABK), que promoveu o 1º Desafio Brasileiro de Kitesurf, na cidade de Araruama, vendido por Marcelo Cunha e Daniela Monteiro.

Fonte: O Radical    http://oradical.uol.com.br/kitesurf/historiakitesurf.asp

Foto: Nicolly Andrade

É possível praticar kitesurf em candeias!!

Point de Velejo   Barra de Jangadas

Litoral sul de Recife, na vizinha cidade de Jaboatão dos Guararapes. O acesso é por vias urbanas, no final da praia de Candeias.

Candeias Fica a 30 minutos de Centro de Recife e dez minutos do Aeroporto

http://maps.google.com.br/maps?q=praia+de+candeias+Jaboat%C3%A3o+dos+Guararapes&hl=pt-BR&ie=UTF8&ll=-8.219093,-34.921975&spn=0.024338,0.042272&sll=-8.196814,-34.925252&sspn=0.024339,0.042272&hnear=Praia+de+Candeias&t=m&z=15

 

Foto:Nicolly Andrade

Foto de Nicolly Andrade

O ministro Fernando Bezerra Coelho e o prefeito Elias Gomes assinaram o convênio que vai garantir R$ 13 milhões para o início das obras

14/11/11

Por: Rose Albuquerque, em Desenvolvimento da Cidade

 

 

“Elias Gomes valorizou o estímulo dado pelo governador Eduardo Campos quando este era o então Ministro de Ciência e Tecnologia, e conseguiu, num curto prazo, apresentar uma proposta de contenção do avanço do mar que será modelo para outras áreas costeiras do país”. Foi com essas palavras que o ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra Coelho, encerrou o evento de assinatura do convênio com a Prefeitura de Jaboatão dos Guararapes, na manhã desta segunda-feira (14/11), na sede da Administração da Regional 6, em Candeias.

O Projeto Executivo de Recuperação da Orla de Jaboatão dos Guararapes elaborado pela empresa Coastal Planning Engineereing do Brasil Ltda (CPE), foi apresentado pelo secretário executivo municipal de Meio Ambiente, Ermírio Rego Barros. O documento prevê o engordamento artificial da orla, com a utilização de 600 mil metros cúbicos de areia. Isso equivale a 60 mil caminhões tipo caçamba. Todo o projeto está orçado, inicialmente, em R$ 50 milhões. O valor do convênio assinado hoje foi de R$ 13 milhões.

“Para se chegar a essa conclusão, foram feitos vários estudos da melhor jazida em quatro áreas da costa para a retirada da areia, levando em consideração a quantidade e a qualidade da areia que pode ser utilizada no projeto e o detalhamento hidrográfico e geofísico dos locais pesquisados”, detalhou Rego Barros. “Ao final, consideramos que a costa do Cabo de Santo Agostinho tem o material mais adequado para essa ação, com uma potência de 1,4 milhões m³ de areia, e a jazida está a 14 metros de profundidade”, completou.

O prefeito Elias Gomes ressaltou a importância do projeto enquanto meio para preservar um espaço público democrático. “Este é um momento peculiar e especial para aqueles que esperam há anos por uma solução desse problema, que transcende os limites do nosso município. A praia é um espaço de convivência democrático. Lugar de lazer que reúne famílias, amigos e cidades”, falou o prefeito.

Além disso, Elias Gomes destacou a seriedade do projeto. “Este planejamento prioriza a utilização de recursos naturais. O estudo foi feito para identificar as áreas adequadas para fornecerem estes materiais. É uma solução efetiva, com baixo impacto ambiental e com menor custo. Por isso ele é inovador”, salientou.

Sérgio Xavier, secretário de Meio Ambiente e Sustentabilidade do Estado, destacou as ações do Governo do Estado para toda a Região Metropolitana do Recife (RMR). “Pernambuco é uma das regiões mais vulneráveis do mundo quanto ao aumento do nível do mar, por isso, o Governo Estadual está elaborando um Plano de Gestão Costeira que define o limite máximo da maré. Seremos o primeiro no país a definir isso”, contou Xavier. “Parabéns ao prefeito Elias que apresenta um projeto que garante menos problemas. Estamos seguindo os rigores, mas temos interesse em apressar o licenciamento para que ele seja seguido por outros municípios”, finalizou.

Também participaram do evento Mário Batistela, presidente da Associação de Moradores da Orla e Humberto Viana, secretário Nacional de Defesa Civil.

PROJETO

Para o engordamento da orla das praias de Piedade, Candeias e Barra de Jangada, um navio com um equipamento, tipo aspiradora, que pode atuar em movimento, fará a aspiração da areia. Esta será armazenada num reservatório de dois mil metros cúbicos. Em seguida, o navio se desloca para uma área próxima ao local que receberá a engorda e um rebocador fará o transporte da areia até à beira-mar. Uma retroescavadeira, por sua vez, vai espalhar a areia. A distância entre a jazida e a praia de Piedade é de cerca de nove milhas náuticas, o que equivale a 14 km de distância.

O secretário executivo de Meio Ambiente de Jaboatão, Ermírio Rego Barros, também destacou que em uma outra etapa está previsto o derrocamento do quebra-mar. “Faremos a retirada parcial desse quebra-mar que foi colocado em outro momento.  Ao final, a praia deve ganhar cerca de 30 metros de extensão até o mar”, contou. A previsão é que o licenciamento ambiental, feita pela CPRH, saia até o final de fevereiro e após o processo licitatório, a obra seja iniciada. “Esperamos que em até seis meses iniciemos a obra”, completou.

Fonte: http://www.jaboatao.pe.gov.br/jaboatao/secretarias/desenvolvimento-da-cidade/2011/11/14/NWS,413787,52,552,JABOATAO,2132-JABOATAO-ASSINA-CONVENIO-CONTENCAO-AVANCO-MAR.aspx

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